DIZENDO ADEUS POR ENQUANTO...

AMIGOS QUERIDOS:

A PARTIR DE 14 DE NOVEMBRO ESTOU LIVRE DA ESCRAVIDÃO DA uol...

INFELIZENTE ISSO SIGNIFICA TAMBÉM TER DE DEIXAR PARA TRÁS MINHA HISTÓRIA COM ESTE BLOG... MUITOS MOMENTOS IMPORTANTES, MUITOS AMIGOS FEITOS... SÓ TENHO BOAS LEMBRANÇAS...

CASO VOLTE A BLOGAR PROCURAREI CADA UM DE VOCÊS E INFORMAREI MEU NOVO ENDEREÇO.

GRANDE ABRAÇO A TODOS!!!!

DIZER ADEUS

Thank you for saying goodbye
Making me cry
Leaving me here all alone in the night
You saved my life, that beautiful night
You said goodbye

Thank you for saying goodbye
Found someone new
Yes I'm so grateful, I owe that to you
Told me to tell you he's thankful too
For saying goodbye

(Refrão de 'Saying Goodbye', música do último CD de Deborah Cox, 'The Promise')


Isso é que é jeito de dar um tapa de luva de pelica, hein???!!!

Fui!!!

A IMORALIDADE DA ALMA

Há 2 semanas fui com amigos assistir uma peça supercomentada que está em cartaz aqui em Sampa há eras, chamada 'A Alma Imoral'. É um monólogo com a atriz Clarice Niskier, baseado no livro homônimo do rabino Nilton Bonder, e está em cartaz há cerca de 3 anos - no ano de 2007 recebeu o Prêmio Shell de Melhor Atriz.

Putz, só de falar em 'monólogo' muita gente já se arrepia inteiro... e tem mais: ela faz a peça inteira, que dura pouco mais de 1 hora, nua em pelo. Ou quase: há apenas 1 pano negro que vez ou outra ela enrola no corpo e ao longo do tempo vai mudando as amarrações e transformando em vestidos variados.

Confesso: isso é apenas um detalhe na peça.

O texto, extremamente bem escrito e apresentado, toca em absolutamente cada pessoa que está ali naquela sala, pois aborda questões universais e brinca o tempo inteiro com dualidades: certo e errado, justo e correto, traição e tradição. São muitos conceitos e às vezes a gente gostaria de ter mais tempo pra pensar sobre eles. Mas tem um lance interessante: desde o início ela já avisa que num dado momento (aquele em que ela bebe um copo d'água) ela pára o texto e os espectadores podem pedir que ela repita qualquer trecho... assim, dá mais tempo pra ficarmos confusos... ou não.

Apesar das frases de efeito atordoantes, a peça transcorre com suavidade, graças ao trabalho excelente de Clarice. E há muitos momentos engraçados também.

Não vou negar que comprei o livro pra tentar aproveitar melhor a coisa...

Pra quem quiser assistir, está no Teatro da Livraria Cultura, no Conjunto Nacional, às segundas e terças, 21hs. Deveria encerrar temporada agora, mas vai continuar por pelo menos mais 1 mês.

Ah, as sessões lotam, mesmo as cadeiras extras colocadas na lateral. E o teatro é bem pequeno, então de qualquer lugar se consegue ver bem.

Fui!!!

HIATO E A GAROTA IDEAL DE LARS

Eu sei, eu sei... nunca fiquei tanto tempo sem escrever aqui. Não é que eu tivesse dado um 'pause' em minha vida, muuuuito pelo contrário. Mas realmente não andava in the mood pra escrever, só isso.

Eis que sábado à noite assisti um filme que realmente me comoveu e trouxe de volta essa vontade... portanto, vou aproveitar o momento, né?

A bem da verdade devo começar dizendo que fui ao cinema no shopping Frei Caneca pra assistir 'Anjos e Demônios', cheguei com 1 hora de antecedência e bem a tempo pra ouvir o recadinho da bilheteira no sistema de som avisando que os ingressos pra a próxima sessão já estavam esgotados. Meio de susto tivemos que escolher outro, e dentre 2 opções acabamos escolhendo esse que vou comentar.

Abre parêntesis: eu baixo filmes na net. Baixo mesmo e não nego. Mas confesso: apesar de já ter baixado esse filme há cerca de 1 ano depois de ler o enredo, nunca vi. Alguns filmes que me interessam muito eu definitivamente não deixo de ver na telona, acho que só ela dá o tom perfeito. Fecha parêntesis.

A GAROTA IDEAL

O filme conta a história de Lars, um cara desses meio embotados emocionalmente, com grandes dificuldades de interagir com qualquer outro ser humano. Ele até leva uma vida relativamente normal, pois tem emprego e uma vida social que resume-se a ir à igreja. Até pra ir jantar com o irmão e a cunhada é um sacrifício - e olhe que ele mora na garagem da casa do irmão... Um belo dia Lars chega com uma novidade: está com uma hóspede em casa. Bianca, a tal hóspede, é uma missionária que Lars conheceu na internet e agora começa a namorar. Só tem um problema: Bianca é uma boneca inflável de silicone em tamanho natural, que ele comprou na internet. Mas pra Lars ela é uma mulher como qualquer outra. Como lidar com isso?

O irmão e a cunhada de Lars procuram a ajuda de uma psicóloga, que muito sagazmente orienta que eles deixem Lars viver essa fantasia - e, claro, participem dela. Acontece que com a entrada de Bianca em sua vida (detalhe: Bianca aparece nos créditos finais como personagem do filme) Lars florece e começa a interagir melhor com todos. Isso faz com que todas as pessoas do convívio dele tenham que entrar no jogo.

Não dá pra contar mais nada sem estragar o filme, então eu vou parar. Mas adianto que a história é muito bem construída e emociona ver seu desenrolar.

Abre parêntesis de novo: havia um senhor no cinema que estava odiando o filme e, inconformado, reclamava em voz alta, como se estivesse na sala de casa. Várias pessoas reclamavam com ele, mas uma menina da mesma fila comprou a briga e botou o cara pra correr pegando pesado nos insultos. Cena absolutamente inédita dentro de um cinema dito 'de arte', com uma clientela a priori diferenciada. Fecha parêntesis.

Última coisa: não é um filme pra todo tipo de platéia. Não vai passar num Cinemark da vida. Mas eu recomendo!!!

Fui!!! 

Rapidinha

O Twitter é a moda do momento, tá na crista da onda.

Mas uma coisa eu confesso: eu sou absolutamente incapaz de escrever qualquer coisa que vá ter alguma importância nesse mundo de meu Deus em míseros 140 caracteres...

Olha aí: só pra dizer isso gastei 210!!!

Fui!!! 

"ESTRANHO COMO AS PESSOAS"

São Paulo é uma Meca. No sentido de que reune aqui gente de toda parte do país (e de fora também), no geral com um objetivo em comum (não, claro que não é rezar): ter maiores/melhores oportunidades de crescer e viver bem. Eu vim por isso. Chegando aqui pude conhecê-la melhor e me identifiquei muito. Me adaptei bem e algumas coisas até surpreendem, como a minha rinite alérgica que aqui fica ótima, ao contrário do quando vou a Salvador (ou qualquer cidade de praia, claro).

Conheço pessoas que, infelizmente, conseguiram o que vieram buscar, mas nunca se deixaram seduzir pela cidade e assim continuam se sentindo infelizes.

Claro que parte disso se deve às características de Sampa, mas outra parte grande se deve ao que cada um de nós define como felicidade, ou mesmo como qualidade de vida - fator que muitos acham limitante em sua experiência aqui. 

Fato é que, felizes ou não, somos muitos e muito diferentes aqui em Sampa. E sempre brinco com meus amigos chamando os paulistanos de 'ET de Varginha' - todos dizem que existe, mas ninguém nunca vê. É muito comum nos vermos em mesas de bar com amigos e não haver um nativo sequer...

E a diversidade daqui... ah, essa tal diversidade é uma coisa bárbara - no bom sentido da coisa. As possibilidades são tantas e as pessoas aqui parecem querer tirar partido disso.

Há quem não goste e critique. Há quem viva em guetos. E há guetos para diversas tribos. Ou seja: até nisso se manifesta a diversidade da cidade!!!

E já que o assunto foi esse, vou falar duma série que explora muito o tema...

QUEER AS FOLK

   

Confesso que eu demorei pra assistir porque há trocentos anos assisti os primeiros capítulos da versão britânica e odiei - talvez não estivesse pronto então, ou talvez porque uma abordagem sexual tão explícita num programa feito na Inglaterra sempre tenha me soado tão fake. O que foi preconceito de minha parte com os ingleses, admito.

Fato é que nas férias de dezembro comecei a baixar e assistir os episódios e só consegui acabar agora as 5 temporadas, de uma vez só. Sei lá, assim é interessante pra se ter uma visão geral da série, perceber rumos e até tentar entender o porquê de ter acabado. Os próprios produtores e roteiristas alegam que 'nada mais havia a ser dito', e eu respeito muito esse argumento - o mesmo que foi usado pela equipe de 'Os Normais', quando a série parecia estar em seu auge. OK, assim se sai de cena por cima da carne seca.

Como falar sobre cinco temporadas de uma série sem matar alguém do coração com um spoiler inadvertido? Well... vamos lá.

A série foi transmitida originalmente entre 2000 e 2005, portanto é possível hoje falar 'de longe'. E é incrível como ela consegue se manter tão atual - e ainda deixa a impressão de que tem anos de 'validade'. Quer dizer, ou a coisa é mesmo fenomenal ou nós paramos no tempo e não evoluimos nadica de nada desde então.

Brevíssimo resumo da ópera: a série conta a vida de 4 amigos gays (Michael, Brian, Emmet e Ted), seus futuros agregados (leia-se namorados e afins), um casal de lésbicas (Melanie e Lindsay) e da mãe e tio de Michael (Debbie e Vic). Quando se olha o material promocional da série, especialmente as fotos, tem-se a nítida sensação de que tudo gira em torno de Brian (Gale Harold), mas com o passar das temporadas eu diria que a personagem mais marcante da série sem dúvida é Debbie (Sharon Gless, absolutamente fabulosa). Michael e Brian são amigos de infância e parece sempre ter havido um grande amor entre ambos, algo nunca vivido na prática - especialmente porque Brian não acredita em relacionamentos entre 2 homens, apenas no sexo. O surgimento de Justin, um adolescente de 17 anos, é o que dá a entender será o início de uma longa jornada de transformação pra Brian... será? Pois é. Só assistindo pra saber...

Ao longo dos anos os personagens crescem, começam e terminam relacionamentos, vão e voltam do fundo do poço, brigam entre si e passam tempos sem se falar, depois reatam. Uma coisa, no entanto, permeia todas as histórias: o valor e a importância da amizade. Mais do que isso até - e aqui pode atirar a primeira pedra quem discordar: grande parte dos homossexuais assumidos vive suas vidas distantes dos familiares de sangue. Muitos são até aceitos por seu núcleo familiar, mas não trazem seus parceiros e amigos pra dentro da grande família, vivendo toda uma parte de sua vida à margem. Com isso, muitos acabam adotando o grupo de amigos como uma nova família - um grupo de pessoas com as quais ele se identifica e por quem é acolhido e aceito. Em algum momento da quarta ou quinta temporada um dos personagens chega a dizer que eles todos formam uma grande família mantida unida pelo poder da grande Mãe (Debbie). Isso me parece ser o cerne da questão, a mensagem principal que a série quer passar.

A lista de assuntos abordados ao longo dos 5 anos da série é enorme e relevante: sair do armário, casamento entre parceiros do mesmo sexo, uso e abuso de drogas e drogas recreacionais (isto é, maconha, cocaína, metanfetamina, ecstasy, GHB, ketamina etc), adoção por gays, inseminação artificial e direitos de paternidade, agressão copntra gays, sexo protegido, a vida com infecção pelom HIV e AIDS, discriminação dos gays no ambiente de trabalho, prostituição de menores, padres gays católicos com vida sexual ativa, a indústria da pornografia na internet e os 'bug chasers' (caras HIV-negativos que tentar se infectar engajando-se em barebacking). Situações complicadas, porém abordadas com muita clareza e correção.

Resumindo, assistir à série é uma experiência marcante... nada nunca foi igual e até hoje é incrível imaginar que um produto como aquele foi tão bem aceito durante 5 anos... Bom, imagino que sem ele nunca teríamos 'L Word' hoje...

Definitivamente entra na categoria 'must see'!!!

Fui!!!

MAGIA PRA TODA A FAMÍLIA

O ano mal começou e já promete...

Muitos projetos de trabalho - alguns pra dar continuidade e até encerrar, e outros para começar, além de algumas coisas inéditas pra mim...

Há 2 semanas fiquei meio passado ao saber que um grande e querido amigo estava indo embora de Sampa... a situação é absolutamente compreensível, eu só acho que não estava preparado pra ouvir a decisão tomada sem, sei lá, ter acompanhado o processo... Mas como será pro bem dele, tô pronto pra dar todo meu apoio sempre...

Curiosamente 3 amigos da blogosfera me comunicaram que em algum momento deste ano estarão vindo morar aqui em Sampa... e sabe quando você nunca imaginou exatamente aquelas pessoas saindo de onde estão e vindo pra cá?! Exatamente por isso a surpresa foi tão deliciosa - e já tão aguardada!!!

Bom, mas vamos lá continuar a série de posts sobre séries de TV...


Essa semana vou comentar sobre duas séries bem 'família', no bom sentido, e ambas com a magia como ponto em comum. Ah, outro ponto em comum é que ambas já têm suas segundas temporadas garantidas!

MERLIN

  

 

Pois não tinham mais o que falar sobre o famoso mago e decidiram viajar na maionese e contar a história de Merlin quando ele era adolescente e Camelot ainda era governada por Uther Pendragon, o pai de Arthur Pendragon, futuramente o Rei Arthur. Merlin sai do vilarejo onde vivia com sua mãe e vai ser aprendiz com Gaius, o 'médico' da côrte. Lá chegando acaba virando servo de Arthur, e passa a protegê-lo usando seus poderes mágicos (ainda incipientes) sempre às escondidas, uma vez que o Rei Uther baniu a magia do seu reino (e a gente só descobre o motivo lá pelo 10º capítulo da série, então tenha paciência...). Morgana é uma protegida que vive com o rei e seu filho e Guinevere é sua ama. Lá pelo meio da 1ª temporada também têm passagens breves os personagens de Mordred e Lancelot, que certamente devem retornar nas temporadas subsequentes...

De maneira geral a série tem um clima meio ingênuo e se passa num tempo em que a honra era o bem mais valioso de um homem - eu sei, nós não vivemos mais nesses tempos...

A produção é britânica e o elenco, encabeçado por Colin Morgan (Merlin) e Bradley James (Arthur), não tem nenhuma grande estrela, mas dá conta do recado. Vale a pena conferir!

LEGEND OF THE SEEKER

   

Esta série é a adaptação para a TV da série de livros The Sword of Truth, de Terry Goodkind, dirigida por Sam Raimi, o diretor de Homem-Aranha 2 e 3. As locações são todas na Nova Zelândia, então realizem a beleza...

Assim como em 'O Senhor dos Anéis', a série se passa num mundo diferente, dividido em 3 reinos, Westland (o reino dos humanos normais), Midland (o reino onde vive a Magia) e D'Hara (o Reino Negro governado por Darken Rahl). Rahl, como qualquer vilão digno, quer governar o mundo, e pra isso precisa dominar Midland para então chegar a Westland. Acontece que neste mundo sempre existiram, nas diversas épocas, seres predestinados a protegê-lo, chamados 'Seekers'. O atual Seeker, Richar Cypher (Craig Horner), tem sua vida regida por uma professia que diz que ele livrará o mundo mal, matando Darken Rahl. O único problema é que ele nunca soube que teria esse papel, e sempre viveu sua vidinha pacata em Westland até ser 'convocado para a luta'.

Não posso contar mais, senão vira spoiler, e eu ODEIO spoiler...

A série tem um humor bem divertido e a química entre o Seeker, a Confessora Kahlan Amnell (Bridget Regan, linda!!!) e o bruxo Zeddicus Zu'l Zorander (Bruce Spence) é boa pra caralho!!!

Boa diversão, com certeza!

Fui!!!

VERSÃO 2009

Trinta dias de férias depois e cá estou renovado, rebootado, desfragmentado e prontinho pra 2009!!! Nada de promessas, eu faço o que posso!!!

Férias em Salvador, e na casa dos pais, se tornou a melhor saída: combina economia com descanso de qualidade. Especialmente se der pra viajar de milhas, pois passagem aérea nessa época é coisa séria...

Aliás, nunca contei aqui todos os meus 'causos' de aeroportos... tem cada história que Deus me livre, mas daria vários posts... um dia, quem sabe...

Mas vamos continuar com os posts sobre os seriados de TV que estão tomando minha atenção ultimamente... By the way, 'True Blood' estreiou na TV paga, galera!!!


 FRINGE

 

Bom, de certa forma falar sobre 'Fringe' é fácil, em função do nome por trás do projeto: J. J. Adams ('Lost', 'Alias', 'Jornada nas Estrelas', a nova versão). Sinteticamente, também não é muito difícil definí-la: 'uma versão moderna de Arquivos  X' ou 'Um cruzamento entre Lost e Twilght Zone' poderiam servir bem. Sério, é algo por aí.

'Fringe' é o termo que define a 'ciência da borda', ou a pseudociência, o estudo de fenêmenos não explicados pela ciência tradicional. Isto envolve telepatia, transmutação, teletransporte, substância negra, inteligência artificial, reanimação, precognição e uma série de outras possibilidades no limite entre o possível e o inimaginável... falei bonito, né?

O elenco é encabeçado por uma novata bem convincente, Anna Torv, bem como pelo Joshua Jackson (o eterno 'Pacey' de Dawson's Creek) e John Noble (que fez o Denethor, no 'Senhor dos Anéis'), respectivamente Olivia Dunham, Peter e Walter Bishop. Juntos eles investigam e resolvem intrincados eventos que acontecem logo no início de cada episódio. O único problema é efetivamente o lado 'Lost' da coisa: em cada episódio muitas vezes surgem mais dúvidas que respostas...

A série foi encomendada inicialmente com 13 episódios, mas devido ao sucesso a primeira temporada já ganhou um acréscimo e chegará aos 22 capítulos. Atualmente nos States acabou de rolar o 11º episódio, mas se não estou enganado, será exibido aqui no Brasil pela Warner ainda este ano.

Não deixem de ver, é show de bola!!! Não deixo pra depois, assisto assim que baixo cada novo episódio!!!

Fui!!!

SANGUE VERDADEIRO

Sem dúvida uma das novas séries mais interessantes do momento. Apresento-lhes...

TRUE BLOOD

Sem brincadeiras: uma história de vampiros que se passa numa cidadezinha de interior onde TODOS falam com sotaque caipira é simplesmente deliciosa!!!!

O mote da série é a seguinte: os japoneses conseguiram criar um sangue sintético e com isso os vampiros que viviam escondidos em todo o planeta puderam 'sair do caixão' (adorei essa analogia) e agora convivem (quase) pacificamente entre nós, bebendo seu True Blood como se pede cerveja em qualquer bar. Claro que a situação gera incerteza e insegurança e há muito preconceito, dado o histórico de nós termos sido a refeição principal do cardápio deles por séculos.

A história se passa na pequena (minúscula seria melhor) Bon Temps, na Louisiana, e gira em torno de Sookie Stackhouse (Anna Paquin), uma garçonete com poderes telepáticos e seu romance com Bill Compton (Stephen Moyer), um vampiro de 175 anos de idade que retorna à cidade onde nasceu. É, esse casalzinho mesmo aí de cima!

É tudo muito louco, gente!!! Algumas pessoas traficam 'V', que na verdade é sangue de vampiro - o humano que ingere sangue de vampiro ganha temporariamente sentidos mais aguçados (y otras cositas más, dependendo da dose) e fica fissurado com o tempo.

O clima geral é de suspense, um pouco de terror, tórridas cenas de sexo, muita nudez parcial e sangue, natural e sintético... uma mistura simplesmente... atiçadora!!! Só vendo pra se ter uma idéia...

Há mistérios não revelados, como a telepatia de Sookie, e algum mistério bem guardado envolvido Sam Merlotte (Sam Trammell), chefe de Sookie no bar Merlotte's - algo sobrenatural, parece...

Mas há mais uma coisa interessante: para o lançamento da série foi feita uma campanha publicitária amplamente divulgada nos States promovendo o tal sangue sintético, que leva o nome da série. Dá uma olhada e veja se esses caras não foram gênios:

E aí, galera? Topam experimentar?!?!

Fui!!!

DERRAMAMENTO DE SANGUE

Último comentário sobre a finada eleição: ainda bem que as cabeças pensaram e ela caiu... quem dera fosse o fim da carreira política dela...


Continuando a série de postagens sobre as séries de TV: DEXTER

   

É possível que Dexter tenha sido o início dessa vontade de escrever sobre as séries... basicamente por causa do 'enunciado' daquela primeira foto aí em cima: 'A volta do serial killer favorito da América'!!! Como é possível fazer um seriado sobre um serial killer e ainda fazer com que as pessoas gostem dele? E ainda por cima, fazer com que elas esperem ansiosamente pelo próximo episódio ou temporada?

Bom, Dexter Morgan é um perito da polícia de Miami, especializado em 'derramamento de sangue'. Ele é capaz de analisar uma cena de crime e descobrir, baseado na forma com que o sangue foi esparramado, de que forma aquilo aconteceu. Uma coisa 'CSI' mesmo. Mas ele tem um problema, ou melhor, um defeito 'de nascença': é um psicopata amoral por completo. Como acabou por ser adotado por um policial (sem maiores detalhes, olha o spoiler!!!), foi 'treinado' por ele pra 'se misturar' entre os normais, precisando para isso fingir as emoções que ele é incapaz de sentir. Tudo bem até agora?

Pois bem. Acontece que, apesar de trabalhar na polícia, ele também é um serial killer. Só que, e aí está a chave da coisa, ele só mata outros serial killers, em especial aqueles que 'escorregam entre os dedos da justiça'.

É possível que ele desperte o vingador secreto dentro de nós, personificando uma fantasia secreta de amoralidade que nos permitiria resolver alguns incovenientes da vida 'na ponta da faca'.

Por outro lado, ele tem sim um certo sofrimento por ser essa criatura fora da norma, tendo que fingir tudo em sua vida. E talvez isso toque uma parte das pessoas que assiste à série.

Fato é que os roteiros da série são muito bons!!! A primeira temporada foi, praticamente, explosiva - grandes revelações ao final. A segunda foi ainda mais estressante, com a iminência da revelação dos seus segredos. E a terceira e atualmente passando nos States traz uma reviravolta inimaginável... cada episódio nos deixa mais surpresos pelo rumo que as coisas estão tomando!!!

Fabuloso. Um milagre moderno dos roteiristas!!! Ah, claro, e as atuações são formidáveis!!!

Fui!!! 

EMPURRANDO AS MARGARIDAS

Ando pensando em fazer algumas mudanças 'internéticas' em minha vida. Na verdade elas começam com um upgrade de velocidade na banda larga, pois até hoje eu sobrevivi (muito bem, verdade...) com um Speedy condomínio de 1 Mega. Muito bem. Liguei para a Telefônica pra ver isso há alguns minutos e descobri duas coisas:

1) O máximo de velocidade que eu consigo em função do cabeamento da minha região é 4 Mega - uma surpresa desagradável, pois eu estava propenso a fazer um esforcinho a mais pra conseguir pagar a conexão de 8 Mega. Obviamente nem apurei sobre a de 30 Mega - primeiro por causa do preço abusivo ainda e segundo porque se nem a de 8 chegou, realize...

2) Eu estava pagando R$ 97,70 por estes míseros 1 Mega e passarei a pagar R$ 99,40 pelos 4 Mega... ou seja, por 2 reais a mais eu quadruplico minha velocidade nominal!!! (PS: me senti roubado por estar pagando quase o mesmo pelo quarto da velocidade...)

Em breve então eu estarei nesse mundo maravilhoso da conexão (mais) rápida!!!!


Bom, mas afinal de contas o que isso tem a ver com o título estranho desse post? Definitivamente nada.

É que eu decidi fazer uma série de posts (aliás, acho que é a primeira vez que assumo um 'tema fixo' por um tempo) sobre as séries da TV (a cabo, basicamente) que eu tenho visto.

O que me levou a essa idéia? O fato de que tenho estado fascinado pela maneira como algumas dessas séries são capazes de nos prender... lembro-me claramente que minha 'primeira vez' foi com Dawson's Creek. Fiquei tão envolvido com todos aqueles dramas teenagers que (certamente não fui o único) cheguei a sofrer quando a série terminou!!! 'Como assim eu não vou mais poder saber o que aconteceu com todos eles???', 'Como assim o Dawson não ficou com a Joey????'

Em verdade o grande mérito me parece estar no trabalho dos roteiristas, que criam personagens com os quais nos identificamos. Tenho um amigo, é engraçado, que chegava a trazer os personagens do Dawson's Creek à vida, identificando-os com os personagens. Ele mesmo dizia que a Joey era seu alter-ego, enquanto um outro era o Dawson e assim por diante.

Sério, acho fascinante você conseguir criar um personagem com quem as pessoas conseguem estabelecer um vínculo. Sempre vai haver alguém com quem se identificar. Até com os vilões. O caso clássico e mais recente é o de 'Dexter', seriado cujo personagem central é um serial killer que trabalha na polícia de Miami (mas eu vou deixar pra comentar mais sobre ele num post próprio).

Hoje quero falar um pouco sobre um que eu descobri este ano e devorei com ganas:

PUSHING DAISIES

  

O seriado foi criado por Bryan Fuller (de 'Dead Like Me' e 'Heroes') e em sua primeira temporada foi indicado a 12 Emmys, tendo levado 3: Melhor Música, Melhor Edição e Melhor Direção de Série de Comédia. Mesmo sem nenhum grande ator no elenco, consegue ser absolutamente adorável.

A história é narrada em terceira pessoa por alguém que sempre precisa os fatos em 'horas, dias e segundos'. A trilha sonora incidental é mesmo muito agradável, o visual meio anos 60 e o colorido vivo (como pode ser visto nas fotos) são dois grandes atrativos. Espero ansiosamente cada semana pelo novo episódio!

Conta a história de Ned, o fazedor de tortas. Quando criança, ele descobre que consegue trazer um morto (qualquer espécie de ser vivo) à vida com um toque - mas ele deve tocá-lo novamente dentro de 1 minuto para que ele volte a morrer, ou outro ser vivo nas redondezas tem que morrer em seu lugar. Ainda que ele opte por deixar aquele ser vivo, nunca mais poderá tocá-lo novamente - caso contrário ele morre e não pode mais ser revivido. Um belo dia o detetive Emerson Cod presencia acidentalmente Ned 'revivendo' algo e faz um acordo com ele: ambos trabalhariam juntos resolvendo casos sob encomenda, como detetives particulares, pois Ned poderia reviver um morto e perguntar-lhe diretamente quem o matou. Acontece que um belo dia um desses mortos é Chuck (Charlotte), antiga paixão de infância de Ned, e ele não consegue enviá-la de volta para a morte. Com isso, Chuck passa a viver com Ned (escondida de sua família, pois todos acham que ela morreu e não podem mais reencontrá-la) e ajudá-lo no 'Pie Hole', sua loja de tortas - junto com a hilária garçonete Olive, que é platonicamente apaixonada por seu chefe. Ned e Chuck formam um casal de apaixonados que nunca pode consumar fisicamente sua história (ainda que ocasionalmente encontre 'subterfúgios' para alguns 'amassos', se é que se pode chamar assim), sob risco de Chuck morrer. Não chega a ser platônico, mas também não chega a uma finalização... ficamos sempre esperando que algo aconteça pra mudar isso.

Uma coisa muito interessante é que em todos os episódios existe um crime a ser desvendado, mas tudo é tão leve e bem humorado (quando os mortos são revividos por Ned, por exemplo, é sempre muito divertido) que nunca é tenso ou dramático.

Basicamente é isso. Recomendo a experiência!

Fui!!! 

PRIMEIRA PENEIRA

E lá se foi mais um primeiro turno eleitoral, hein? Sei não, parece que a coisa está ficando cada dia mais difícil, e até eu, que NUNCA discuto política, estou achando difícil ficar calado.

Uma postura fácil é a do Zé Simão: ficar só tirando sarro daqueles candidatos que são 'piada pronta'. Afinal de contas, se eles estão dando a cara pra bater, vamos estapeá-los.

Eu não em arrependo (aliás, há muito tempo não me sentia tão à vontade pra dizer isso) em dizer que votei consciente porque 'acredito que dá'.

Mas fiquei horrorizado com uma história que li ontem no site da Uó... me fez pensar que eu nem devo conhecer algumas regras eleitorais básicas.

Olha só: o município alagoano de Marimbondo (isso mesmo, aquele primo da abelha) tinha 3 candidatos concorrendo pra prefeito. Pra começo de conversa: 60% dos eleitores optaram por faltar, anular ou votar em branco. E aí eu me pergunto: como é que uma eleição dessas pode ser válida?! A maioria dos votantes do lugar se recusou a opinar!!! Será que isso não merece uma pesquisa?! Porque diabos isso aconteceu? Será que o povo está tão insatisfeito assim com a situação política do município? E 'cadequê'?

Bom, mas não parou aí. Um dos candidatos a prefeito não teve nenhum voto. Isso quer dizer: nem ele mesmo votou em si próprio. E isso me dá muito medo.

O que ficou em segundo lugar teve 1 voto. Ô família, hein?

E o eleito o fez com 99.98% dos votos... Como?! Pois é.

Será que ninguém acha isso, no mínimo, curioso?! Eu acho super-preocupante!!!!

Fazer o quê, né? Bem-vindo ao nosso mundo!!!

Fui!!!

VIVER SEM VER

Como acontece apenas algumas vezes comigo (mas certamente é bem menos comum para a maioria das pessoas), saí do cinema sem poder falar sobre o filme. Não porque não tivesse o que falar, mas porque um aperto daqueles na garganta me impedia. Nessas horas eu sempre peço a quem estiver comigo: "Preciso de um tempo pra falar sobre o filme"...

A cena aconteceu em 'Ensaio sobre a Cegueira':

Pra quem nunca leu nada de Saramago, é um ótimo começo - aliás, foi o primeiro livro dele que eu li. Isto porque ler um Saramago é uma experiência difícil - quase sempre muito recompensadora, em minha 'experiência'. E digo quase apenas porque não consegui chegar ao fim de 'A Caverna', que achei muito chato.

Mas 'Ensaio...' é um livro instigante, que por seu mote original nos faz querer saber até onde aquilo vai. E assim consegue fazer com que superemos bravamente um livro cujos personagens não têm nome (eles são 'o oftalmologista', 'a mulher do oftalmologista', 'a garota de programa', 'o recepcionista' etc) e cujos diálogos não são pontuados por travessão ou mesmo têm indicação de quem são os dialogantes.

Mas o filme por sua natureza visual desfaz parte dessa dificuldade e 'amacia' a forma. O conteúdo, por sua vez, é o mais fidedigno que eu já vi numa adaptação.

Pra quem ainda não sabe, parte das cenas foi filmada aqui em Sampa, e são exatamente essas as que mais me impressionaram. Confesso que me emocionei, cheguei a chorar ao ver algumas cenas que me fizeram ficar embasbacado pensando 'como eles conseguiram filmar isso aqui? como conseguiram transformar são paulo nessa cidade fantasma???'. Fiquei mesmo pasmo!!!

A história, pra quem ainda não leu o livro ou qualquer resenha, fala de uma epidemia de cegueira branca que acomete a população. Começando com um único cara, foi se alastrando por todos aqueles com quem ele teve contato e daí por diante. Para 'conter a ameaça', os primeiros casos foram confinados a um local e lá se passa grande parte da história, mostrando todas as transformações pelas quais os seres humanos podem ou têm que passar para se adaptar a um mundo como aquele. E claro que muitas metáforas podem ser tiradas daquela história.

Fantásticos os desempenhos de todo elenco, com óbvio destaque para a protagonista de Julianne Moore, a única pessoa 'naturalmente resistente' à infecção... nossa menina Alice Braga também dá mais um show de trabalho.

Impactante, mesmo pra quem conhece a história. Daqueles filmes em que a platéia levanta calada ao final. E que me fazem pedir um tempo pra comentar também.

Recomendadíssimo na categoria 'Imperdível'.

Fui!!! 

AGORA É DE VERDADE!!!!

Ok, então agora é oficial. Leia AQUI.

Madonna vem mesmo ao Rio e São Paulo. Dia 14/12 no Maracanã e 18/12 no Morumbi. Ingressos de módicos R$160 a 600,00 - este último, na 'Pista VIP' (vulgo 'Vários Idiotas Pulando'). Vai ser uma coisa: pagar seiscentos dinheiros pra ser empurrado, amassado e quiçá pisoteado.

Mas é melhor ir dessa vez, porque depois de fazer 50 ela vai começar a fazer como a Tina Turner, que tá sempre anunciando a 'turnê de despedida'... brincadeirinha...

Tô pensando se vou... vai cair numa quinta-feira, mas eu estarei de férias...

E vocês, vão também?!

Fui!!!  

EU SOU UM BOM PACIENTE

Alguma vez vocês já foram pacientes? Digo, no sentido de 'doentes, necessitando de cuidado'? Como é que vocês se comportaram nessa situação? Pra quem nunca foi, já pensaram no assunto?

Sim, porque existem vários padrões de comportamento na hora de se ser um 'paciente'. Eu, por exemplo, sou do tipo 'façam o que quiser comigo, mas me deixem bom de novo'. Ou seja, do tipo fácil. Não reclamo de nada e faço tudo o que me pedirem, desde exames, até procedimentos, passando por remédios complicados.

Estou com uma pneumonia, que eu mesmo diagnostiquei na quarta-feira passada. Fiquei de molho em casa na quinta e na sexta e aproveitei pra descançar bastante no fim de semana. Hoje foi dia de voltar pro batente. E tudo continua como dantes no castelo d'Abrantes...

Boa semana pra vocês, pacientes ou não.

Fui!!!

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